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Pesquisadores da Unesco afirmam: Assistentes virtuais Siri e Alexa são sexistas

Pesquisadores da Unesco afirmam: Assistentes virtuais Siri e Alexa são sexistas.

Segundo um relatório apresentado pelas Nações Unidas em maio deste ano, assistentes virtuais que respondem com voz de mulher reforçam o estereótipo sexista. Tema em voga na atualidade, a questão do machismo somente é ainda mais exaltado uma vez que a maioria destas ajudantes artificiais como a Siri da Apple e a Alexa da Amazon, são projetadas para serem mulheres, tanto no nome, quanto na voz e até mesmo personalidade.

Estas assistentes virtuais são programadas para serem submissas e servis, respondendo educadamente a insultos, o que somente reafirma o viés de gênero e normalização do assédio sexista, deduziram pesquisadores da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

“A submissão de Siri diante de ofensas de gênero – e a submissão expressa por muitas assistentes digitais projetas como mulheres jovens – ressalta um poderoso cenário dos vieses de gênero codificados na tecnologia” comentou o Advogado Especialista em Direito Digital,Dr. Jonatas Lucena.

Os assistentes virtuais integraram-se de forma esplendorosamente rápida a vida quotidiana da sociedade, respondendo atualmente por milhares de buscas na internet, e por isso, pode-se dizer, que seu impacto cultural é significativo. À medida que esta tecnologia penetra mais profundamente nas comunidades globais, estas assistentes virtuais tem o potencial de intensificar e difundir o sexismo.

Para o Especialista em Crimes Cibernéticos, Dr. Jonatas Lucena, é preciso que as companhias procedam de maneira rápida, de forma a evitar que os assistentes digitais sejam femininos. Explorar opções neutras em termos de gênero, afim de desencorajar insultos sexistas e linguagem ofensiva para o Advogado Especialista a melhor solução.