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Lawtechs e Legaltechs revolucionam o mercado jurídico e auxiliam advogados

Lawtechs e Legaltechs revolucionam o mercado jurídico e auxiliam advogados.

Com mais de 80 milhões de processos judiciais em tramitação no Brasil e um aumento de gastos públicos com o Poder Judiciário em mais de 8 bilhões de reais. O Brasil é um dos países com número recorde de advogados. Temos hoje cerca de 1,1 milhões de profissionais no ramo jurídico, o que pode equivaler a algo em torno de um profissional para cada 150 habitantes.

É nesta conjunção de fatores que podemos relacionar à morosidade da Justiça Brasileira que mais do que fazer justiça dificulta a execução da mesma. Contudo, devido a este cenário negativo do ramo jurídico tem-se o nascimento das chamadas lawtechs e legaltechs.

Starups com modelos de negócios voltado para o universo jurídico, estas empresas inovadoras podem de fato mudar a forma de se produzir justiça no país, evitando a judicialização de demandas que podem ser facilmente resolvidas como, por exemplo, por meio de mediação e outros mecanismos tecnológicos de resolução de conflitos.

O Advogado Dr. Jonatas Lucena, Especialista em Direito e Tecnologia, afirma que atualmente no Brasil já existem diversas plataformas online que tem o propósito de conectar profissionais do ramo jurídico a empresar, de forma a promover resolução de conflitos online, sem a necessidade de audiências e intermediários.

“Com o uso das tecnologias de Inteligências Artificias e Machine Learning ficou mais fácil de se fazer ações judiciais. As lawtechs têm o potencial de desafogar o judiciário de forma a encontrar soluções mais rápidas e inteligentes “diz o Advogado Especialistas em Direito Tecnológico Dr. Jonatas Lucena.

O mercado das lawtechs vem crescendo e é preciso que os advogados se mantenham antenados de modo a abraçar o futuro e aproveitar o que a tecnologia tem de melhor a oferecer. Para o Especialista em Crimes Virtuais, a tecnologia permite que profissionais eliminem tarefas burocráticas de forma a ter mais tempo para trabalhos intelectuais e de qualidade.

Portanto, podemos observar que a tecnologia não surge de maneira a substituir o advogado, mas sim para impulsionar e oportunizar o trabalho destes profissionais.