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Conheça Daisy, a nova robô da Apple

Precisamos falar sobre a Daisy e a inteligência artificial

O papel dos funcionários começa e acaba quando colocam o iPhone em uma esteira, a partir daí o trabalho pesado é feito por Daisy. Sucessora de Liam, outro robô de reciclagem da Apple, o novo robô da marca foi desenvolvido internamente por engenheiros da companhia para recuperar os materiais mais difíceis de serem reciclados por métodos tradicionais, que podem ser usados para construir outros dispositivos a partir desses materiais, enviando o que sobra para parceiros de reciclagem.

Daisy é capaz de desmontar aproximadamente 200 iPhones por hora. Primeiro o robô retira a parte de trás do celular e em seguida começa a extrair e desmontar componentes (sem danificá-los), como câmera, placa-mãe e bateria de cada smartphone. A máquina processa os celulares velhos, devolvidos pelos consumidores da marca devido ao mau funcionamento.

Conheça o antecessor

Em 2016, Liam foi o primeiro robô desenvolvido pela Apple para realizar essa função. Com 29 braços e potencial para separar os componentes de um iPhone 6 em apenas 11 segundos, o robô foi o responsável pela reciclagem dos produtos da marca até em 2018, quando contribuiu com algumas de suas peças para a criação de sua sucessora.

Inteligência artificial

A construção de Daisy pode não ter sido algo tão surpreendente para os consumidores e parceiros da Apple, pois Liam já cumpria um papel parecido em 2016. No entanto, falar sobre essa máquina é também uma ótima oportunidade para falarmos sobre o futuro da tecnologia, a inteligência artificial.

O cinema e a televisão ajudaram a criar um imaginário social sobre a figura dos robôs, representando-os, muitas vezes, como personagens do mal, que se revoltam contra os humanos. Mas uma conferência realizada pela ONU em 2017, o robô ultrarrealista Sophia, desenvolvido pela Hanson Robotics, foi a atração principal na discussão sobre os benefícios da inteligência artificial para a humanidade. Para o desenvolvedor da máquina, é preciso fazer com que as máquinas se preocupem com os humanos.