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Lucena e Milani Sociedade de Advogados

Lucena e Milani

Sociedade de Advogados

Escritório Especializado em Direito Digital e Empresarial

Advogado Especialista em Crimes Informáticos

Ao longo dos anos, com o exponencial avanço da tecnologia da informação e comunicação, houve uma significativa melhora nos métodos de trabalho bem como na produção de inúmeros setores industriais. Entretanto, este crescimento proporcionou o surgimento de crimes realizados através da internet. Desde a década de 1960 há registros de crimes relacionados à tecnologia, como delitos constituídos por manipulações, sabotagens, espionagens e uso abusivo de computadores e sistemas. Para evitar este tipo de situação procure um Advogado Especialista em Crimes Informáticos.

Já na 1980, ocorreu um grande aumento das ações criminosas, que passaram a atuar em, por exemplo, em manipulações de caixas bancários, abusos de telecomunicação, pirataria de programa e até mesmo pornografia infantil.

Os crimes cometidos através da internet podem ser classificados em virtuais puros, mistos e comuns. Crime informático, segundo Guimarães e Furlaneto Neto (2003), significa “qualquer conduta ilegal, não ética, ou não autorizada que envolva o processamento automático de dados e/ou transmissão de dados”. Diz o Advogado Especialista em Crimes Informáticos que essa conduta apresenta algumas características, entre elas: transnacionalidade (todos os países fazem o uso da informação), universalidade (é um fenômeno de massa e não de elite) e ubiquidade (está presente nos setores privados e públicos).

– Crime virtual puro compreende em qualquer conduta ilícita, a qual atenta o hardware e/ou software de um computador, ou seja, tanto a parte física quanto a tecnológica do micro.

– Crime virtual misto seria o que utiliza a Internet para realizar a conduta ilícita, e o objetivo é diferente do citado anteriormente. Por exemplo, as transações ilegais de valores de contas correntes, sempre que houver problemas dessa natureza se faz necessário a contratação de Advogado Especialista em Crimes Informáticos.

– Crime virtual comum é utilizar a Internet apenas como forma de instrumento para realizar um delito que enquadra no Código Penal. No caso da pornografia infantil, que antigamente era demonstrada por vídeo ou revista e hoje é através de salas de bate-papo, whatsapp e por e-mail, dentre outras formas de se conectar a internet, lembrando que para solução dos litígios inerentes sempre consulte um Advogado Especialista em Crimes Informáticos.

Descobrir esses conteúdos criminosos está cada dia mais complicado, graças técnicas criptográficas. A criptografia permite esconder informações em textos ou outros documentos, tornando-os praticamente imperceptíveis.

Segundo o Advogado Especialista em Crimes Informáticos, Dr. Jonatas Lucena, o crime cometido pelo computador pode acarretar danos pessoais e empresariais. Os danos pessoais são obtidos com o envio de mensagens com conteúdo pejorativo, falso ou pessoal em nome da pessoa, utilizando somente os dados dos e-mails, na movimentação de contas bancárias com o intuito de fazer transações, saques ou até mesmo pagamento de contas, na utilização de dados de cartão de crédito para fazer compras e na divulgação de fotos ou imagens com intenção de causar danos morais. Para evitar esse tipo de dano é muito importante contar com um Advogado Especialista em Crimes Informáticos.

Já os danos empresariais ocorrem em empresas que não contam com a assessoria de um Advogado Especialista em Crimes Informáticos. Essas empresas também sofrem invasões e tem seus dados e informações confidencias roubados. Estes crimes não geram somente danos financeiros, mas também danos empresariais, uma vez que as empresas têm que fazer novamente a manutenção das máquinas danificadas.

Segundo o Advogado Especialista em Crimes Informáticos, Dr. Jonatas Lucena, o criminoso informático, também conhecido como cracker pode ser classificado como: interno e externo. O Interno é aquele indivíduo que acessa informações sigilosas de um nível superior, no Brasil, normalmente são funcionários da empresa ou servidores públicos. Já o externo é aquele que não tem acesso e utiliza um computador ou redes externas, ressaltando que não tem ligação à organização que ataca. É importante deixar claro também, que muitos destes dados são roubados das organizações para serem repassados aos concorrentes, na intenção de prejudicar a imagem institucional da empresa diante do mercado ou até mesmo para serem utilizadas como chantagem.

Em caso de dúvidas, entre em contato agora mesmo com o Advogado Especialista em Crimes Informáticos.

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OAB/SP 14.339